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IGREJA

Papa condena atentado na Somália e reza pela paz

Papa condena atentado na Somália e reza pela paz

Em um apelo após a catequese desta quarta-feira, 18, o Papa Francisco condenou com veemência o atentado terrorista na Somália, assegurando sua oração às vítimas e implorando a conversão dos violentos.  “Desejo expressar a minha dor pela tragédia ocorrida há alguns dias em Mogadíscio, Somália, que provocou mais de 300 mortes, entre as quais algumas crianças. Este ato terrorista merece a mais firme condenação, também porque se volta contra uma população já tão provada. Rezo pelos falecidos e pelos feridos, pelos seus familiares e por todo o povo da Somália. Imploro a conversão dos violentos e encorajo a todos, que com grandes dificuldades, trabalham pela paz naquela terra martirizada”.  O atentado que ocorreu no sábado, em Mogadíscio, matou mais de 300 pessoas. A falta de um atendimento adequado às vítimas agrava a situação de um país cuja história é ligada à guerra, ao terrorismo do Al Shabab, à pirataria no Oceano Índico e à seca extrema. Segundo alguns analistas, a crise no Golfo entre Catar e Emirados Árabes poderia estar por trás do atentado. 
Papa canoniza mártires de Cunhaú e Uruaçu e Brasil tem 30 novos santos

Papa canoniza mártires de Cunhaú e Uruaçu e Brasil tem 30 novos santos

A Igreja tem 35 novos santos, dos quais 30 são brasileiros. Eles foram vítimas de um massacre em 1645, no início da ocupação holandesa no Nordeste.   Em cerimônia presidida pelo papa Francisco na manhã deste domingo (15/10), na Praça São Pedro, foram canonizados os mártires de Cunhaú e Uruaçu, no Rio Grande do Norte, os protomártires do México – considerados os primeiros mártires do continente americano -, além do sacerdote espanhol Faustino Míguez, fundador do Instituto Calasanzio, das Filhas da Divina Pastora, e do frade capuchinho italiano Angelo d’Acri.   Após ser cantado o Veni Creator, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos postuladores das causas, dirigiu-se ao papa pedindo que se procedesse à canonização dos beatos, com a leitura de seus nomes e de uma breve biografia deles. Após cânticos e orações, Francisco leu a fórmula de canonização.   O processo de canonização durou 15 anos e chegou à Congregação das Causas dos Santos por intermédio do cardeal Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo.