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Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década

Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década

A sondagem, que faz parte do Projeto Indústria 2027, avalia a expectativa de 759 grandes e médias indústrias brasileiras e multinacionais em relação à adoção de tecnologias 4.0. O projeto é uma iniciativa da CNI e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para a CNI, a atualização da mão de obra será um desafio. Os números referem-se ao nível mais elevado de conexão da produção – Geração 4 –, com “tecnologias da informação e comunicação (TIC) integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão”. A pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais para o desenvolvimento da sondagem. O primeiro nível refere-se a produção pontual de TICs, a segunda geração envolve automação flexível com o uso de TICs sem integração ou parcialmente integradas e a terceira consiste no uso de tecnologias integradas e conectadas em todas as áreas. “Passaremos os próximos dez anos em um processo de transformação industrial muito intenso, com as empresas, de fato, buscando trazer essa tecnologia disruptiva e implementando essas práticas dentro do seu modo de produção”, avaliou Paulo Mól, superintendente nacional do IEL. Ele avalia que essas transformações tecnológicas servirão para aumentar a produtividade, reduzindo o custo de produção e tornando as empresas brasileiras mais competitivas. De acordo com os pesquisadores, a indústria 4.0 é também conhecida como a quarta revolução industrial. “[Ela] resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, do controle e da tecnologia da inovação em processos de manufatura”. Tais mudanças envolvem questões como o uso de robótica, de novos materiais, de biotecnologia, de armazenamento de energia, big data, entre outros. A expectativa dos empresários é de que os estágios 3 e 4 de uso de tecnologia avancem na próxima década. O nível 3 passará de 20,5% para 36,9%. Os demais níveis recuariam, abrindo espaço para empresas mais conectadas. Atualmente, o estudo indica que 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2. O maior percentual, em dez anos, estaria concentrado nos níveis 3 e 4, com 58,7% das indústrias. A pesquisa avaliou ainda como as tecnologias 4.0 influenciarão as áreas de relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios. No relacionamento com fornecedores, por exemplo, 77,3% dos entrevistados disseram que a probabilidade é alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes nessa relação. Entre os desafios para alcançar essa expectativa expressa pelos empresários, Mól destaca a questão da mão de obra qualificada. “Quando eu falo que o Brasil deve passar por uma transformação industrial muito forte, como os dados estão mostrando, isso vai reequerer um país muito apto para ser parceiro nessas transformações”, disse o superintendente. Ele lembra a necessidade de parcerias com universidades e de políticas públicas de incentivo à indústria.  
Giovanna Ewbank responde a vídeo em que filha é chamada

Giovanna Ewbank responde a vídeo em que filha é chamada

A atriz Giovanna Ewbank agradeceu o apoio recebido pelas redes sociais e respondeu ao vídeo compartilhado por Day McCarthy. A blogueira, que se autointitula socialite, chama Titi, 4 anos, filha de Giovanna e Bruno Gagliasso, de “macaca”. “A menina é preta. Tem o cabelo horrível de pico de palha. Tem o nariz de preto horrível. E o povo fala que a menina é linda”, diz Day na gravação. O vídeo causou tumulto na internet. Sobre o caso, Giovanna respondeu: “Bom domingo com amor e a pureza de uma criança a todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei.” Bruno Gagliasso também se manifestou com uma frase de Angela Davis. “Numa sociedade racista, não baste não ser racista. É necessário ser antirracista.” Ao que tudo indica, a “socialite” decidiu chamar a atenção ao alfinetar crianças. Este ano, ela foi cortada do Instagram ao publicar uma montagem comparando Rafa Justus, filha de Ticiane Pinheiro e Roberto Justus, ao boneco de terror Chuck. Em outro vídeo, ela continuava a agredir verbalmente a menina, dizendo que a garota teria uma doença, pois os pais tinham uma grande diferença de idade.