Ao Vivo
 
 
Siga ao vivo

GERAL

Como fazer — o momento da virada da BP

Como fazer — o momento da virada da BP

Ao longo de uma década, o grupo hospitalar a BP — A Beneficência Portuguesa registrou ano após ano resultados negativos. O esforço para a virada se intensificou em abril de 2013, com a chegada da engenheira Denise Soares ao comando da operação, com base em São Paulo. Uma ampla investigação em toda a operação trouxe à tona os aspectos que precisariam mudar para colocar as finanças em dia. Sob o olhar dos conselheiros e de associados da instituição sem fins lucrativos, Denise formou um novo quadro de executivos, aumentou as frentes de trabalho e criou uma área especializada na gestão de projetos. Para pôr os planos em prática, 100 milhões de reais foram investidos por ano em melhorias na operação, como a modernização do sistema. Houve o reposicionamento de marca dos três centros hospitalares, localizados em São Paulo, e a criação de submarcas para atrair novos pacientes. Desde 2013, o número de funcionários saltou de 6 500 para 8 000. Em dois anos, a transformação, que afetou todas as áreas, registrou o primeiro resultado positivo. A BP — A Beneficência Portuguesa fechou o ano com Ebitda (lucro antes de juros, imposto de renda e contribuição social, depreciações e amortizações) de 34 milhões de reais. Veja o passo a passo a seguir.
Boletim Focus prevê IPCA de 3% para este ano, segundo Banco Central

Boletim Focus prevê IPCA de 3% para este ano, segundo Banco Central

O mercado financeiro aumentou a projeção para inflação pela segunda vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 2,98% para 3%, este ano. A estimativa é do boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos. Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A expectativa do mercado financeiro para a Selic permanece em 7% ao ano, tanto para o final de 2017 quanto para o fim de 2018. A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 0,70% para 0,72%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão passou de 2,43% para 2,50%. Compartilhar: Facebook Google Plus Twitter